Aprovado projeto de lei do vereador Saylon que denomina o nome da UPA como Neila Moraes da Costa

por adm publicado 16/08/2018 15h55, última modificação 16/08/2021 17h12
http://www.aguaclarams.com.br/agua-clara/2021/07/05/62135/aprovado-projeto-de-lei-do-vereador-saylon-que-denomina-o-nome-da-upa-como-neila-moraes-da-costa.html

VEÍCULO: PORTAL ÁGUA CLARA

A Câmara Municipal de Água Clara aprovou na sessão ordinária desta segunda-feira (05), o projeto de lei de autoria do vereador Saylon Cristiano de Moraes que denomina o nome do prédio da UPA, no Bairro Jardim Morumbi, como NEILA MORAES DA COSTA. 

A senhora Neila Moraes da Costa nasceu em 14/03/1966, em Fátima do Sul/MS, era a 18ª dos 21 filhos de Herculano Paulino da Costa e Francisca Moraes da Costa. Mudou-se junto com a sua irmã mais velha Damares Paulina de Moraes para Campo Grande-MS. 

Casou-se em 04/01/1986 com Milton dos Santos e tiveram três filhos: Brunna, Brunno e Thiago. Mesmo se separando anos depois sempre manteve um relacionamento de grande amizade com o ex esposo. 

Chegaram em Água Clara no ano de 1997 com os filhos ainda pequenos, vieram a trabalho e acabaram ficando por ser uma cidade tranquila. Trabalhou como vendedora, serviços gerais e diretora do programa PETI de 2004 a 2009, iniciando nesse período os cursos de auxiliar e técnico de enfermagem e logo começou a trabalhar na área da saúde, exercendo suas atividades até o dia 30 de setembro de 2020, quando foi internada e transferida para Campo Grande e depois de 22 dias, precocemente, partiu devido a complicações do COVID 19, deixando 03 filhos, genro, noras e 06 netos, mas acima de tudo, uma história de amor e dedicação a profissão que escolheu e amava. 

“Relatos da família lamentam os almoços e as festas de fim de ano que não puderam ter a sua presença, pois sempre estava pronta para um chamado da profissão, fosse para atender uma emergência ou mesmo ficar em lugar de algum companheiro de trabalho que precisava se ausentar”, comentou o vereador Saylon. 

“Trata-se de justa e merecida homenagem em sua memória, bem como aos seus familiares, que seguem trabalhando e contribuindo para o progresso e desenvolvimento de nossa cidade”, ressaltou Saylon, autor da lei.

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